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O que são aminas filmantes?
As aminas filmantes têm muitos nomes diferentes, incluindo Aminas Formadoras de Película (FFA), Produto de Amina Formadora de Película (FFAP) ou Produtos Formadores de Película (FFP). Apesar dos diferentes nomes, todas são produtos químicos de tratamento de água comumente usados em caldeiras de alta pressão, sistemas de resfriamento e geradores de vapor com recuperação de calor (HRSGs) para evitar a corrosão de superfícies metálicas.
As aminas filmantes são um tipo de inibidor de corrosão, mas o mecanismo pelo qual protegem o metal dentro de um sistema é único. Estruturalmente, as FFAs são aminas alifáticas com longas cadeias de carbono e uma cabeça de amina. A amina se fixa à superfície do metal e forma uma camada hidrofóbica que protege o metal. Os FFAPs oferecem proteção contra a corrosão, redução do transporte de produtos de corrosão, prevenção do acúmulo de incrustações, superfícies de transferência de calor lisas e proteção dos equipamentos durante paradas ou hibernação (layups). Os FFAPs podem ser usados em conjunto com os regimes de tratamento com inibidores de corrosão convencionais ou substituí-los. Eles são aplicados a diferentes componentes do ciclo de vapor, incluindo a água de alimentação da caldeira, o gerador e as linhas de retorno de condensado.
Por que testar as aminas filmantes?
Medir corretamente a quantidade de amina formadora de película em seu sistema é fundamental para o desempenho ideal do sistema. A subdosagem pode deixá-lo vulnerável à corrosão, como a corrosão por pites. A sobredosagem pode levar à formação de micelas, ou “bolas de sujeira” (“gunk balls”), como são comumente conhecidas. Elas podem causar o entupimento de tubulações e a redução da eficiência. A análise frequente e consistente de aminas filmantes é uma boa prática para garantir que a dosagem esteja nos níveis corretos.
Sobre os kits CHEMetrics de teste de amina formadora de película
A CHEMetrics oferece kits de teste de aminas filmantes para a análise de água de caldeira por dois métodos diferentes: Alaranjado de Metila e Rosa Bengala. O kit visual que emprega a química do Alaranjado de Metila apresenta uma técnica de extração exclusiva que simplifica as etapas de preparo da amostra exigidas por outros procedimentos e aumenta a sensibilidade do teste. Esse processo leva um total de 3 minutos para ser concluído. Os kits que empregam o método padrão da Rosa Bengala utilizam a tecnologia CHEMetrics de ampolas autopreenchíveis, que elimina o processo demorado e repetitivo de limpeza de cubetas que prejudica outros kits de teste que empregam essa química.
Todos os kits CHEMetrics estão disponíveis na Precision Labs.
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Kits Visuais
| Faixa | MDL | Método | Nº de catálogo do kit | Nº de catálogo do refil |
|---|---|---|---|---|
| 0-1 ppm | 0,05 ppm | Alaranjado de Metila | K-1001 | R-1000 |
| 0-2 e 2-6 ppm como ODA ou OLA | 0,2 ppm | Rosa Bengala | K-1006 | R-1006 |
Kits Instrumentais
| Faixa | Método | Nº de catálogo do kit |
|---|---|---|
| 0 - 6,00 ppm como ODA | Rosa Bengala | K-1013 |
Método
O Método do Alaranjado de Metila
Referência: ASTM D 2327-80, Mono- and Dioctadecylamines in Water.
O composto de amina filmante reage com o alaranjado de metila formando um complexo de cor amarela, que é extraído para um solvente orgânico imiscível. Os resultados são expressos em ppm (mg/L) de octadecilamina.
O Método da Rosa Bengala
Referência: K Stiller, T Wittig, M Urschey. “The Analysis of Film-Forming Amines – Methods, Possibilities, Limits and Recommendations”, (2010)
Os kits de teste de Aminas Filmantes que empregam a química da Rosa Bengala são aplicáveis principalmente à análise de água de caldeira. Quando tamponada em condições ácidas (pH 2,3 – 3,3), a amostra forma um complexo magenta com a rosa bengala (sal dissódico de 4,5,6,7-tetracloro-2′,4′,5′,7′-tetraiodofluoresceína) em proporção direta à concentração de aminas filmantes, como a Octadecilamina (ODA) ou a Oleilamina (OA).